Ricardo Corona

Ricardo Corona

Ricardo Corona é um artista de linguagem transitiva – performance, poesia sonora, poesia, publicação, tradução. Escreveu, entre outros, os livros e publicações de artista: Poemúltiplo (2014) Cuerpo sutil (México, Calygrama, 2014), ¿Ahn? (Madri, Poetas de Cabra, 2012 – indicado ao prêmio Ausiás March de Mejor Poemario 2012), Curare (SP, Iluminuras, 2011 - Prêmio Petrobras e finalista do Jabuti/2012), Amphibia (Portugal, Cosmorama, 2009), Tortografia, com Eliana Borges (SP, Iluminuras, 2003) e Cinemaginário (SP, Iluminuras, 1999). Gravou o CD de poesia Ladrão de fogo (Medusa, 2001) e o livro-disco de poesia sonora Sonorizador (Iluminuras, 2007). Traduziu Livro deserto (Medusa, 2013), de Cecilia Vicuña e, com Joca Wolff, os livros Momento de simetria (Medusa, 2005) e Máscara âmbar (Lumme, 2008), de Arturo Carrera. Participa do livro La poesía de Arturo Carrera - antología de la obra y la crítica, organizado por Nancy Fernández e Juan Duchesne Winter (Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana / Universidade de Pittsburgh, 2010). É um dos idealizadores da 1a. edição do festival Zoona I (2011) e Zoona II - Américas Transitivas (2017). Integrou, entre outros, os projetos de curadoria: Monstra - nanofestival de poesia em performance (Casa Hoffmann - 2014), Independência: quem troca? - prêmio Programa Rede Funarte 10ª edição - 2014 e Apegos - Valêncio Xavier e Wilson Bueno (MGCC, 2010). Com Eliana Borges, editou várias revistas de poesia e arte. Atualmente, editam a revista de literatura e arte Canguru.